OMS informa que o H1N1 é o vírus dominante de gripe em todo o mundo'Pandemia vai persistir nos próximos meses', afirma a entidade. Agência de saúde da ONU ressalva que não detectou mutações. A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta sexta-feira (28) que o H1N1, o vírus causador da nova gripe, já é o dominante em circulação no mundo. Isso significa que a maioria dos casos de gripe em curso é resultado da ação desse vírus, e não do agente causador da gripe comum, ou sazonal. “A evidência de múltiplos locais de surto demonstra que o vírus pandêmico H1N1 se estabeleceu rapidamente e agora é a cepa dominante de influenza no maior número de regiões do mundo. A pandemia vai persistir nos próximos meses à medida que o vírus continua circulando entre populações suscetíveis”, afirma boletim divulgado no site oficial da OMS, a agência de saúde pública das Nações Unidas. O monitoramento dos vírus pela rede de laboratórios credenciados pela agência mostrou que os H1N1 que originaram todos os surtos continuam praticamente idênticos. Não há sinais, portanto, de que o vírus tenha passado por mutações, o que é uma excelente notícia. Se o H1N1 mutasse após a produção de milhões de doses de vacinas, elas se tornariam inúteis da noite para o dia. Ainda segundo a entidade, o quadro clínico da gripe pandêmica é similar em todos os países. A grande maioria dos pacientes tem sintomas brandos. “Ainda que o vírus possa causar enfermidade grave e fatal, e também em pessoas jovens e saudáveis, o número de tais ocorrências continua pequeno”, avalia a entidade.
Escrito por NILTON XAVIER às 22h57
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BASTOU PROIBIR, PRA PREVENIR !!! Procura por tratamentos antifumo aumenta após leiNo Brasil, cerca de 16% da população acima dos 15 anos fuma. Este sábado (29) é o Dia Nacional de Combate ao Fumo. Cigarro, de acordo com o Inca, é responsável por cerca de 200 mil mortes por ano (Foto: Divulgação)Mais do que garantir a saúde dos chamados fumantes passivos, a lei antifumo, que entrou em vigor neste mês, em São Paulo, e já funciona em cidades de pelo menos outros quatro estados do país , incentivou parte da população a procurar tratamentos para deixar o vício. A proibição do fumo em locais públicos, segundo especialistas, levou muita gente a acreditar na capacidade de deixar o cigarro. "Com a restrição, as pessoas começaram a perceber que conseguiam passar mais tempo sem fumar, e isso as encorajou a procurar ajuda para deixar o vício definitivamente. Percebemos um interesse cada vez maior das secretarias estaduais e municipais de saúde em ampliar o atendimento a essa população", diz ao G1 Tânia Cavalcante, coordenadora do Programa Nacional de Controle do Tabagismo, do Instituto Nacional de Câncer (Inca), do Ministério da Saúde. De acordo com Tânia, o salto no número de atendimentos, apesar de ainda não ter dados oficiais, pode ser percebido pelo interesse na ampliação da rede de unidades preparadas para ajudar quem quer deixar o vício. "Temos hoje cerca de 800 unidades de atendimento gratuito, distribuídas em 500 municípios do país. Em 2010, nosso planejamento indica que teremos pelo menos 3,3 mil postos de atendimento, distribuídos em 1,2 mil cidades." No Brasil, cerca de 16% da população acima dos 15 anos fuma. O cigarro, de acordo com o Inca, é responsável por cerca de 200 mil mortes por ano. O hábito também leva ao registro de mais de 27 mil casos de câncer de pulmão por ano, e mais de 14 mil casos de câncer na cavidade oral. Neste sábado (29), o governo promove o Dia Nacional de Combate ao Fumo, como forma de dar mais um incentivo aos fumantes. Onde buscar ajuda “Existe um programa nacional de combate ao tabagismo, que trabalha em parceria com as secretarias estaduais e municipais. Temos três grandes frentes: evitar que os jovens, principais alvos da indústria do cigarro, comecem a fumar; incentivar dependentes a deixar o vício; e proteger a população do tabagismo passivo. Para isso atuamos no âmbito educativo, com campanhas, e na implantação do tratamento no Sistema Único de Saúde", afirma Tânia. Para o Inca, o medicamento é apenas um coadjuvante no tratamento contra o tabagismo. "O principal aspecto é a abordagem cognitivo-comportamental em grupos, que pretende ajudar o fumante a entender a dependência e os riscos que corre. Só assim ele poderá adotar mudanças em sua rotina, para reaprender a viver sem o cigarro", afirma a coordenadora. | Saiba onde encontrar alguns dos postos de atendimento gratuito | | São Paulo | O cidadão deve procurar qualquer uma das 420 unidades básicas de saúde da cidade (os endereços podem ser consultados pelo telefone 156). Depois do acolhimento e avaliação médica, o paciente será encaminhado, de acordo com sua necessidade, a uma unidade de referência no tratamento de combate ao tabagismo. | | Rio de Janeiro | Para informações sobre os endereços das unidades de saúde habilitadas para o tratamento antitabagismo, o cidadão deve acessar o site da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, ou entrar em contato pelo telefone (21) 3523-4025. | | Curitiba | Na cidade há 22 unidades de saúde habilitadas para o tratamento gratuito ao cidadão, entre elas Bairro Novo, Osternack, Centro de Atendimento Psicossocial (Caps) Boa Vista, Cajuru, entre outros. Os endereços podem ser encontrados no site da prefeitura ou pelo telefone 0800 644 0041. | | Recife | Há pelo menos sete unidades habilitadas na cidade. Os Centros de Atendimento Psicossocial Professor Luiz Cerqueira, Jandira Masur, Estação Vicente Araújo, Professor René Ribeiro e Professor José Lucena. O cidadão pode procurar ainda o Centro de Prevenção, Tratamento e Reabilitação do Alcoolismo e o Centro Eulâmpio Cordeiro. | | Fonte: secretarias municipais de Saúde |
Segundo Tânia, não existe uma fórmula mágica. "Só um conjunto de ações pode ajudar alguém a deixar o vício. É importante socializar o conhecimento, incentivar leis que proíbam a propaganda ou que proíbam fumar em recinto coletivo, colocar advertências nas embalagens e até uma política de preços e impostos mais adequada, porque no Brasil o cigarro ainda é muito barato e isso facilita a iniciação." No Instituto do Coração (Incor), do Hospital das Clínicas, em São Paulo, o tratamento que é oferecido desde 1996 é um pouco diferente do proposto pelo Instituto - que propõe encontros em grupo e acompanhamento psicológico, entre outras coisa -, mas, segundo a diretora Jaqueline Scholz Issa, funciona. "Temos um índice ótimo de sucesso. Cerca de 45% das pessoas que passam pelo tratamento deixam de fumar definitivamente", diz ao G1a diretora do Programa de Tratamento de Tabagismo do Instituto do Coração e autora dos livros “Deixar de Fumar” e “Sem Filtro”. Podem participar do programa do Incor pacientes do Instituto, por meio do SUS, ou quem tiver um convênio que tenha vínculos com o hospital. “O tratamento é focado na ação médica, com medicamentos para abstinência, e se dá com uma relação bastante próxima entre médico e paciente”. O programa tem duração de um ano e é individual, sem consultas com psicólogos. Depois da lei antifumo, a demanda pelo tratamento do Incor por meio dos convênios aumentou pelo menos 20%. “Sem dúvida foi um incentivo e, mais do que isso, a lei rejuvenesceu a procura por tratamento. Antes nos procuravam pessoas mais velhas, já com problemas de saúde. Hoje, como os mais afetados pela lei são os mais jovens, criou-se uma nova demanda.” O Inca recomenda que o cidadão entre em contato com a Secretaria de Saúde do seu município para consultar a lista de unidades de saúde habilitadas. Aberto ao público O Programa Antitabágico do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP) existe desde 2004 e é aberto a qualquer pessoa. Os medicamentos, no entanto, quando necessários, só são fornecidos gratuitamente a funcionários da universidade. A partir de setembro, serão abertos grupos específicos para alunos da USP e para adolescentes e gestantes fumantes. “Esses são públicos especiais com que não temos experiência, então como o Hospital Universitário tem a função de educar, vamos abrir espaço para conhecer melhor os adolescentes e gestantes que fumam e querem parar”, diz ao G1 o professor João Paulo Lotufo, médico responsável pelo programa. São atendidas cerca de 30 pessoas por mês. O tratamento para o combate ao tabagismo dura cinco semanas, com encontros uma vez por semana. “A primeira etapa do tratamento é o conhecimento do que acontece, do porquê da dependência química, comportamental e emocional. Depois disso há o atendimento com médicos, enfermeiros e psicólogos e a pessoa vai reduzindo o fumo por conta própria. Não existe um método para parar de fumar. Algumas pessoas precisam de remédios para combater a síndrome de abstinência”, afirma Lotufo. Com o término do período, é recomendado permanecer com o tratamento. “Difícil não é só parar de fumar, mas ficar sem fumar depois.” Apesar de ser aberto a todos, o público majoritário do programa são homens e mulheres entre 30 e 50 anos. Vale lembrar que as inscrições devem ser feitas pessoalmente, para que uma primeira entrevista com o interessado já seja realizada. type="text/javascript"> GLB.common.flash({ color: '', wmode: 'transparent', width: 600 , height: 920 , swf: '/FlashShow/0,,22586,00.swf' , id: 22586 });
Escrito por NILTON XAVIER às 22h54
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Criador do YouTube dá dicas para fazer sucesso no site de vídeosChad Hurley esteve no Brasil nesta semana e conversou com usuários. G1 elaborou lista com sugestões para tornar vídeos populares na web. Juliana Carpanez Do G1, em São Paulo Chad Hurley, durante sua primeira visita ao Brasil. (Foto: Juliana Carpanez/G1)Chad Hurley, cofundador do YouTube, é contra “fórmulas mágicas” para dizer qual tipo de vídeo faz sucesso no site comprado pelo Google em 2006. “É uma questão difícil. Se as pessoas soubessem o segredo, todas elas teriam milhões de cliques e todos os filmes ganhariam um Oscar”, afirmou. Ainda assim, durante sua primeira visita ao Brasil, nesta semana, ele deu algumas dicas do que pode funcionar na página que criou em parceria com Steve Chen, em fevereiro de 2005. Na quinta-feira (27), ele se reuniu com internautas brasileiros que utilizam muito o site para divulgar seus próprios vídeos. Durante o encontro, em que se mostrou acessível para novas experiências e ideias no universo digital, Hurley deu informações úteis para quem busca fazer seus vídeos bombarem na internet. E brincou, dizendo que atualmente seu vídeo favorito no site é o da "Dança do quadrado". type="text/javascript"> GLB.common.flash({ color: '', wmode: 'transparent', width: 600 , height: 300 , swf: '/FlashShow/0,,22568,00.swf' , id: 22568 }); Hurley veio a São Paulo para dar uma palestra no evento Digital Age 2.0. Como teria tempo na cidade, pediu à equipe do Google que marcasse um encontro com os usuários brasileiros do site: seu objetivo, neste caso, não era falar, mas sim ouvir. No evento de quinta, ele se apresentou, falou que os brasileiros podiam fazer perguntas, contar suas experiências com o site e também fazer queixas sobre o serviço mais popular de vídeos on-line do mundo. Durante os pouco mais de 40 minutos que o cofundador do YouTube esteve disponível, no escritório do Google em São Paulo, ele se mostrou interessado na opinião dos usuários. De calça jeans, paletó e tênis, Hurley até deu seu lugar no palco para Fabrício Jabar, um DJ que utiliza os vídeos do YouTube para fazer mixagem. “Já ouvi falar de você”, afirmou ao baiano, antes de pedir que Jabar mostrasse seu trabalho. DJ Fabrício Jabar, à esquerda, subiu ao palco para mostrar a Chad Hurley (dir.) como usa o YouTube em seu trabalho. (Foto: Juliana Carpanez/G1)Sobre o futuro do site, Hurley disse que o foco é fazer com que os vídeos fiquem cada vez mais rápidos e as buscas dentro da página, mais eficientes. Além disso, afirmou que planeja tornar o sistema de monetização do YouTube cada vez mais flexível e personalizado, para que o próprio usuário possa escolher as formas como pretende ganhar dinheiro com seus vídeos.
Escrito por NILTON XAVIER às 22h50
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Primeira câmera digital com projetor do mundo chega às lojas em setembroNikon CoolPix S1000pj tem 12MP e será vendida nos EUA por US$ 430. Modelo permite fazer projeções de fotos e vídeos em qualquer lugar. Primeira câmera digital do mercado a trazer projetor embutido, a Coolpix S1000pj, da Nikon, tem 12 megapixels e zoom ótico de 5x. (Foto: Divulgação) O lançamento da Nikon virá com um controle remoto e um suporte para a câmera-projetor, para que o usuário possa curtir com mais conforto a experiência de slideshow. (Foto: Divulgação) Os usuários poderão fazer projeções de suas fotos e vídeos em qualquer lugar, com tamanho de até 40 polegadas. (Foto: Divulgação) Capaz de gravar até uma hora de vídeo, a Coolpix S1000pj chega ao mercado norte-americano em setembro, por US$ 430. (Foto: Divulgação)
Escrito por NILTON XAVIER às 22h48
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Hacker norte-americano assume culpa por invasão e roubo de dados financeirosAlbert Gonzales pode cumprir de 15 a 25 anos de prisão. Ele foi acusado de roubar dados de mais de 130 milhões de cartões. Do G1, com informações da Associated Press Acusado de roubar dados bancários pode pegar até 25 anos de prisão nos EUA. (Foto: Divulgação/SXC.hu)O hacker Albert Gonzales, de 28 anos, assumiu nesta sexta-feira (28) a culpa pela invasão de sistemas e roubo de dados referentes a cartões de crédito, segundo documentos de um acordo apresentados em tribunal de Boston. Gonzales era acusado de comandar um grupo para invasão de sistemas e roubo de informações, incluindo dados relativos a mais de 130 milhões de cartões de crédito e débito. Rene Palomino Jr., advogado do hacker, não foi encontrado pela reportagem nesta sexta-feira, mas disse à agência Associated Press, na quinta-feira, que Gonzales "estava muito arrependido do que fez". O acordo assegura que Gonzales ficará preso de 15 a 25 anos e terá restrições no uso da internet até 5 anos depois de ser solto. Golpes na web Albert usava na web os nomes "segvec", "soupnazi" e "j4guar17" e era acusado, juntamente com outros dois hackers não identificados, de usar uma sofisticada técnica de invasão chamada "ataque de injeção SQL", para roubar informações sobre cartões de crédito e de débito. Nesse tipo de ataque, o invasor se infiltra no banco de dados por meio de um problema nos sistemas que com ele interagem. "Tecnicamente, um ataque de injeção SQL é um que altera as consultas que o sistema ou site faz ao banco de dados. Com isso, o invasor pode inserir dados, capturar informações que normalmente não são retornados, ou ainda burlar sistemas de login", explicou Altieres Rohr, colunista de segurança do G1. De acordo com o Departamento de Justiça dos EUA, este é o maior caso de violação de dados de cartões de crédito e de débito já levado a um tribunal norte-americano.
Desde 2006 Gonzales e seus cúmplices iniciaram o golpe em outubro de 2006, ao pesquisarem os sistemas de crédito e de débito utilizados por suas vítimas. Em seguida, os dados roubados eram enviados para servidores que operavam na Califórnia, Illinois, Letônia, Holanda e Ucrânia. Ainda de acordo com a polícia, os hackers usavam sofisticadas técnicas para encobrir suas pistas e evitar a detecção por software antivírus utilizados por suas vítimas. Entre as vítimas dos ataques estão clientes de companhias norte-americanas de cartão de crédito, cadeias de restaurantes, lojas de conveniência e supermercados. Leia mais notícias de Tecnologia src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js"> src="http://googleads.g.doubleclick.net/pagead/test_domain.js">>google_protectAndRun("ads_core.google_render_ad", google_handleError, google_render_ad); src="http://googleads.g.doubleclick.net/pagead/ads?client=ca-globocom&output=js&lmt=1251596763&num_ads=3&channel=g1®ion=default&ad_type=text&ea=0&oe=utf8&flash=10.0.32&url=http%3A%2F%2Fg1.globo.com%2FNoticias%2FTecnologia%2F0%2C%2CMUL1284871-6174%2C00-HACKER%2BNORTEAMERICANO%2BASSUME%2BCULPA%2BPOR%2BINVASAO%2BE%2BROUBO%2BDE%2BDADOS%2BFINANCEIROS.html&ref=http%3A%2F%2Fg1.globo.com%2FNoticias%2FTecnologia%2F0%2C%2C6174%2C00.html&adsafe=high&dt=1251596764068&correlator=1251596764070&frm=0&ga_vid=1357140075.1251595538&ga_sid=1251595538&ga_hid=1449424478&ga_fc=1&u_tz=-180&u_his=18&u_java=1&u_h=800&u_w=1280&u_ah=770&u_aw=1280&u_cd=32&u_nplug=20&u_nmime=101&biw=1267&bih=578&fu=0&ifi=1&dtd=60">
Escrito por NILTON XAVIER às 22h46
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Após morte de recordista, cão de 1,07 m tenta título de mais alto do mundo‘Gibson’, que era o cão mais alto do mundo, morreu no dia 7 de agosto. Forte concorrente é o cão chamado ‘Titan’, da americana Diana Taylor. Após a morte de ‘Gibson’, que era o cão mais alto do mundo, já surgem candidatos para substituí-lo. Um forte concorrente é o cão de estimação da norte-americana Diana Taylor. O animal chamado ‘Titan’ mediria 1,07 metro, segundo reportagem da emissora ‘ABC News’. Essa é a mesma medida do ex-recordista. (Foto: Reprodução/ABC News) Maior cão do mundo, ‘Gibson’ morreu no dia 7 de agosto depois de uma batalha contra um câncer ósseo. Segundo o Guinness, livro dos recordes, ele media 1,07 metro de altura. Ele foi diagnosticado com a doença em abril de 2009 e chegou a ter sua perna direita amputada. (Foto: Deanne Fitzmaurice/AP)
Escrito por NILTON XAVIER às 22h30
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HUMOR BRITÂNICO, SEMPRE TÃO SEM GRAÇA E SEM CRIATIVIDADE...rs...rs...rs... Músico chama atenção na Inglaterra ao tocar de dentro de lixeiraCena inusitada foi vista no Centro da cidade de Cambridge. Pessoas que passavam pelo local pararam para ouvir o músico. Um músico de rua provocou espanto na última terça-feira (25), no Centro de Cambridge, na Inglaterra, ao tocar de dentro de uma lixeira. (Foto: Lefteris Pitarakis/AP) Pessoas que passavam pelo local pararam para ouvir o músico tocar. (Foto: Lefteris Pitarakis/AP)
Escrito por NILTON XAVIER às 22h29
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QUE TRISTEZA ESSAS CENAS TÃO CORRIQUEIRAS E ROTINEIRAS EM NOSSA SOCIEDADE... No DF, bandidos riem de vítima durante assalto a pizzariaCâmeras de segurança flagraram bandidos agredindo funcionário. Polícia ainda investiga o caso e não prendeu os assaltantes. Do G1, com informações do DFTV type="text/javascript"> var midiaEmbed = { tema: "cinzaEscuro", imagem: '/GMC/foto/0,,21799598-EX,00.jpg' , banda: 'TIPO_TXT' , corFundo : "FFFFFF", corFonte : "000000", corLink : "FF00FF", corBorda : "00FF00", autoStart: false, midiaId: 1114377 }; var embed = new GMCEmbed(midiaEmbed); embed.print(); Dois bandidos foram flagrados em Taguatinga (DF) por câmeras de segurança dando risada enquanto agrediam uma das vítimas. O assalto aconteceu nesta sexta-feira (28) em uma pizzaria. As imagens da câmera de segurança mostram a entrada dos dois assaltantes e a rendição sem resistência dos funcionários do estabelecimento. Os bandidos retiraram todo o dinheiro do caixa. Enquanto fazem o assalto, eles dão risada e um dos assaltantes agride por algumas vezes um dos funcionários, que estava deitado no chão. A dona da pizzaria não estimou o prejuízo financeiro com o roubo, mas destacou o constrangimento. “De forma covarde, bateram num funcionário que estava deitado, totalmente rendido. Além de ser uma pessoa de idade. Isso me deixou muito impressionada.” Os colegas de trabalho ajudaram a vítima a se levantar. “Nós nos sentimos reféns. Pela falta de segurança e pela cara-de-pau dos bandidos de entrar, levar e sair andando tranquilamente”, acrescenta a comerciante. A polícia ainda não prendeu os assaltantes. O crime está sendo investigado pela 12ª Delegacia de Polícia.
Escrito por NILTON XAVIER às 22h27
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ATÉ QUE ENFIM, ATÉ QUE ENFIM !!! UFA !!! NINGUÉM NESSE MUNDO É MAIS FLAMENGUISTA QUE EU, DESAFIO A TODOS !!! Dupla de 'plebeus' brilha, e Flamengo vence o Santo André no MaracanãSem Adriano Imperador e Emerson Sheik, Rubro-Negro conta com Zé Roberto e Denis Marques para pôr fim à série de três derrotas: 3 a 0 Eduardo Peixoto Rio de Janeiro type="text/javascript"> var midiaEmbed = { tema: "cinzaEscuro", imagem: '/GMC/foto/0,,21798674-EX,00.jpg' , banda: 'TIPO_TXT' , corFundo : "FFFFFF", corFonte : "000000", corLink : "FF00FF", corBorda : "00FF00", autoStart: false, midiaId: 1114313 }; var embed = new GMCEmbed(midiaEmbed); embed.print(); Pelo menos neste sábado, o Flamengo soube sobreviver sem a dupla real Emerson Sheik e Adriano Imperador. Os “plebeus” Zé Roberto e Denis Marques deram conta do recado e comandaram a equipe na vitória por 3 a 0 sobre o Santo André, no Maracanã, pelo Brasileirão. Mais do que o triunfo, a equipe rubro-negra pode comemorar a volta dos aplausos de sua torcida, principalmente por causa da boa atuação no primeiro tempo. O fim da sequência de três derrotas consecutivas traz tranquilidade ao técnico Andrade e mantém a equipe longe do Z-4. Depois de jogar com uma equipe recheada de juniores nas últimas duas rodadas, o treinador pôde estrear os reforços Álvaro e Maldonado e ainda teve o retorno de Léo Moura. Mas a grande contribuição foi dada pelos atacantes e por Petkovic. Zé Roberto teve ótima atuação no primeiro tempo, sofreu o pênalti convertido por Léo Moura e deixou sua marca no último minuto do jogo. Já Denis Marques mostrou oportunismo ao abrir o placar. O Fla pula para os 30 pontos e termina o dia na décima posição. Na primeira visita ao Rubro-Negro no Maracanã depois do título da Copa do Brasil em 2004, o Santo André esteve longe de repetir a façanha de cinco anos atrás. A equipe foi dominada durante quase todo o duelo e nem a entrada dos veteranos Marcelinho Carioca e Rodrigo Fabri foi capaz de impedir a derrota. O Ramalhão segue estacionado nos 24 pontos e ronda a zona de rebaixamento, na 14ª posição. Na próxima rodada, novamente sem Adriano, o Flamengo visita o Atlético-PR, em Curitiba. A partida será domingo. No mesmo dia, o Santo André recebe o Atlético-MG. Flamengo dribla até apagão e abre vantagem Ao contrário dos últimos jogos, o Flamengo começou ligado na tomada. Aos quatro minutos, Zé Roberto deu ótimo passe para Fierro. O chileno entrou livre na ponta direita, mas finalizou torto e perdeu ótima chance. Logo depois, Léo Moura cruzou da direita, a zaga do Santo André se enrolou e Zé Roberto dividiu com o goleiro Neneca, que levou a melhor. Mas na terceira chance a pressão surtiu efeito. Aos oito minutos, Petkovic cruzou da ponta esquerda, Angelim ajeitou e Denis Marques completou para o gol. Atordoado, o Santo André sequer conseguiu chegar à intermediária adversária. Aos 13, Léo Moura e Zé Roberto fizeram linda tabela e o último chutou forte da entrada da área. Neneca se esticou e espalmou. A primeira tentativa dos visitantes foi apenas aos 15, quando Júnior Dutra bateu fraco e Bruno defendeu em dois tempos. Aos 24 min, um apagão parcial no Maracanã interrompeu a partida. Apesar da visibilidade satisfatória, o árbitro Wilton Sampaio preferiu esperar todos os refletores voltarem a funcionar. Após 11 minutos de paralisação a partida recomeçou em ritmo lento e com o Santo André mais ofensivo. No entanto, em contra-ataque puxado por Denis Marques, Léo Moura encontrou Zé Roberto na área. O apoiador bateu rasteiro e um zagueiro conseguiu desviar e colocar para escanteio. Em ótimo passe de Petkovic, aos 49, Zé Roberto driblou Neneca e foi derrubado dentro da área. Pênalti. Sem Adriano, Léo Moura assumiu a responsabilidade, cobrou rasteiro no canto direito e ampliou. Rubro-Negro controla o jogo, mas faz o terceiro O Santo André colocou Marcelinho Carioca e melhorou no segundo tempo. Aos cinco, Nunes bateu alto e perdeu boa chance. Pouco tempo depois, Malaquias entrou na ponta esquerda, driblou Léo Moura com facilidade e bateu cruzado à esquerda da trave de Bruno. Depois de 45 minutos avassaladores, os três homens de frente do Flamengo – Pet, Zé e Denis Marques – cansaram e começaram a ter dificuldade para criar jogadas. Aos 16, o sérvio respirou fundo, avançou e chutou forte da entrada da área. Neneca saltou e espalmou. Zé Roberto também parou nas mãos do goleiro do Santo André. Controlando a partida, o Rubro-Negro aproveitou para estrear Maldonado. Aos 29, Petkovic encontrou Everton na ponta esquerda. O lateral bateu forte e Neneca defendeu parcialmente. Na sobra, Zé Roberto finalizou de primeira, mas sobre o gol. Quase no último lance da partida, Petkovic deu um drible desconcertante em um zagueiro do Santo André e chutou na trave. Na volta, Zé Roberto, livre, completou para o gol. Ao contrário da partida contra o Náutico, quando teve problemas com a torcida, Léo Moura saiu de campo aplaudido. Assim como os companheiros. Um fim diferente para um Flamengo renovado.
Ficha técnica: | FLAMENGO 3 x 0 SANTO ANDRÉ | | Bruno; Léo Moura (Rafael Galhardo), Álvaro, Ronaldo Angelim e Everton; Aírton (David), Lenon (Maldonado), Fierro e Petkovic; Zé Roberto e Denis Marques. | Neneca; Rogério, Cris (Malaquias), Arthur e Ávine; Fernando, Ricardo Conceição, Sidney e Júnior Dutra (Rodrigo Fabri); Nunes e Ricardo Goulart (Marcelinho Carioca). | | Técnico: Andrade. | Técnico: Gallo. | | Gols: Denis Marques, aos oito, Léo Moura, aos 49 minutos do primeiro tempo; Zé Roberto, aos 46 minutos do segundo tempo. | | Cartões amarelos: Álvaro, Léo Moura, Fierro, Denis Marques (Flamengo); Cris, Neneca (Santo André) | | Estádio: Maracanã. Data: 29/8/2009. Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (DF). Auxiliares: Marco Antônio Martins (DF) e Erich Bandeira (DF). Público: 13.531 pagantes (14.997 presentes) Renda: 180.083,00 |
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Escrito por NILTON XAVIER às 22h24
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AH QUE SAUDADES DESSA SÚPER MÁQUINA, PENA QUE BEBIA COMBUSTÍVEL DEMAIS...rs Opala: 40 anos de história Em 1969 surgia o primeiro carro de passeio da GM brasileira. Uma história com um milhão de histórias Lucas Litvay  Chevrolet Opala, testado por Autoesporte em seu lançamento, em 1968 Há 40 anos a GM lançava o seu primeiro carro de passeio nacional, o Opala. A apresentação oficial do sedã aconteceu no Salão do Automóvel de 1968, mas suas vendas se iniciaram no ano seguinte. Na edição de março de 1969 Autoesporte exibia aos brasileiros o primeiro teste do modelo, nas duas versões disponíveis na época: a 2.500 e a 3.800. A revista rodou três mil quilômetros e testou os modelos, pela primeira vez, com cronômetro eletrônico TR2 da Omega, “dotado de células foto elétricas, que permitem registrar em fita medições até 1/1000 s.” Uma modernidade na época. Hoje, Autoesporte testa seus carros com aparelho por GPS via satélite. “Externamente, o Opala é praticamente igual ao Opel Reckord, com exceção dos frisos cromados (modelo de luxo), da grade dianteira e outros pequenos detalhes”, dizia o texto de apresentação. E não é de hoje que os carros produzidos aqui têm qualidade diferenciada (leia-se pior) que os “irmãos” lá de fora. “Internamente, é grande a semelhança com o Opel, ainda que, comparado em relação ao acabamento, o nosso deixe muito a desejar.” As críticas sobre o Opala nacional prosseguiam. “O banco dianteiro é muito alto, não oferecendo apoio para as costas e, nas curvas, os ocupantes escorregam com facilidade. O assento traseiro oferece comodidade razoável, afetada pelo pequeno espaço para as pernas que ainda sofrem a interferência do túnel do cardã.” A avaliação também citou que as formas côncavas das janelas “ocasiona entrada de água nos dias de chuva.” “O modelo mais tranquilo é equipado com motor 4 cilindros em linha com 2.507 cc que proporciona 80 hp. O 6 cilindros tem 3.770 cc e 125 hp. São os primeiros nacionais com tuchos hidráulicos. Ambos possuem a mesma taxa de compreensão (7:1). Em estrada (Via Dutra), andando a 100 km/h em média, obtivemos 9,32 e 6,71 km/l, respectivamente, para o 4 e 6 cilindros.” O 4 cilindros acelerou de 0 a 100 km/h em 18,9 segundos - 5 s a mais que o 6 cilindros que obteve velocidade máxima de 170,6 km/h ante 145,7 km/h da versão com motor mais fraco. Um ano e três meses após o primeiro teste de Autoesporte com o Opala, era lançada a versão esportiva SS, sigla usada pela GM americana para seus veículos nervosinhos. Além de visual exclusivo, no qual se destacam as faixas pretas sobre o capô e nas laterais, o SS estreava o motor 4.1 de 140 cv brutos a 4.000 rpm e transmissão manual de quatro marchas. No final de 71, já como versão 72, a GM lançava a opção cupê do Opala ao estilo fastback, com ausência da coluna central. A versão com câmbio automático de três marchas na coluna de direção foi a principal novidade da linha 74. Alteração, de fato, aconteceu no ano seguinte quando o Opala passou por sua primeira reestilização. Grade, farol e para-choques receberam novo desenho. A Chevrolet aproveitou a oportunidade para lançar a perua Caravan e o Comodoro, versão com acabamento superior e teto de vinil. Ao longo da década de 70 o Opala recebeu diversas mudanças mecânicas que aumentaram sua potência. Além disso, em 76, uma nova versão esportiva foi incluída na linha: a 250-S de 171 cv brutos. O Opala manteve o mesmo desenho por cinco anos. Na virada para os anos 80 ele passou por outra reformulação que, dessa vez, deixou suas linhas mais quadradas, como ditava a moda na época. Os motores a álcool surgiam na primeira metade da década. Em 85, outra mudança no desenho, dessa vez mais sutil. Em agosto daquele ano, a Caravan, enfim, ganhava versão Diplomata, a topo de linha - era o carro nacional feito em grande escala mais caro do Brasil. Com as boas vendas do Monza, a GM teve que agir rapidamente para manter as vendas do Opala e, assim, em 88, ele passava por outro facelift e recebia faróis trapezoidais e lanternas que se espichavam por toda traseira - o bocal do tanque de combustível ficava “escondido” atrás da lanterna. Quando completou um milhão de unidades vendidas, em 1992, a GM anunciou o fim da produção do Opala, que daria o seu lugar ao Omega. Em 16 de abril daquele ano, as últimas unidades saíram da linha de produção de São Caetano do Sul (SP), onde um grupo de entusiastas do Opala protestou em frente à fábrica contra o fim da produção do modelo. Hoje, estima-se que em todo o Brasil existam mais de 50 fãs-clubes do Opala que se reúnem para cultuar o que consideram “o melhor GM de todos os tempos.” > //insere o tiulo no html.O motivo de inserir depois é a dependencia da condição do titulo da pagina, que está no final document.getElementById("materiaTitulo").innerHTML = 'Opala: 40 anos de história';
Escrito por NILTON XAVIER às 22h22
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DESSE JEITO, ATÉ EU APRECIAREI UMA GRANDE PRÊMIO DE MOTO VELOCIDADE...rs FOTO: 'gatas' de Indianápolis promovem a corrida deste domingo na MotoGPDani Pedrosa larga na frente, seguido por Jorge Lorenzo e Valentino Rossi GLOBOESPORTE.COM Indianápolis, EUA Mulheres posam para fotos e promovem a corrida de Indianápolis da MotoGP. Nas pistas, o espanhol Dani Pedrosa, da Honda, confirmou a superioridade dos treinos livres e larga na frente. Seu compatriota Jorge Lorenzo, da Yamaha, é o segundo, seguido pelo companheiro de equipe, o italiano Valentino Rossi. src="http://pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js"> src="http://googleads.g.doubleclick.net/pagead/test_domain.js">>google_protectAndRun("ads_core.google_render_ad", google_handleError, google_render_ad); src="http://googleads.g.doubleclick.net/pagead/ads?client=ca-globocom&output=js&lmt=1251595036&num_ads=3&channel=globoesporte®ion=default&ad_type=text&ea=0&oe=utf8&flash=10.0.32&url=http%3A%2F%2Fgloboesporte.globo.com%2FEsportes%2FNoticias%2FEsporte_a_Motor%2F0%2C%2CMUL1285595-15010%2C00-FOTO%2BGATAS%2BDE%2BINDIANAPOLIS%2BPROMOVEM%2BA%2BCORRIDA%2BDESTE%2BDOMINGO%2BNA%2BMOTOGP.html&adsafe=high&dt=1251595039463&correlator=1251595039465&frm=0&ga_vid=1669721505.1251595040&ga_sid=1251595040&ga_hid=1619216464&ga_fc=0&u_tz=-180&u_his=15&u_java=1&u_h=800&u_w=1280&u_ah=770&u_aw=1280&u_cd=32&u_nplug=20&u_nmime=101&biw=1267&bih=578&fu=0&ifi=1&dtd=442">
Escrito por NILTON XAVIER às 22h19
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VEJAM OS RISCOS À SAÚDE DOS PROFISSIONAIS QUE LIDAM NO TRABALHO COM O AMIANTO, VALE A PENA ACOMPANHAREM !!! Pesquisa detecta ‘pulmão de pedra’ em 1/3 de 52 trabalhadores com amiantoLevantamento, ainda inédito, é da Escola Nacional de Saúde Pública. Empresas dizem que resultado não reflete melhorias a partir dos anos 80. Emilio Sant’Anna Do G1, em São Paulo Abrea preserva a memória de vítimas do amianto. (Foto: Daigo Oliva/G1)Entre recortes de jornal presos na parede estão as fotos de colegas mortos. Doracy Maggion, de 72 anos de idade, diz já ter perdido a conta. A maioria, assim como ele, foi vítima do “pulmão de pedra”. A asbestose (nome técnico da doença) é causada pela exposição prolongada ao amianto – mineral utilizado na fabricação de telhas e caixas d’água. Progressiva, ela provoca a perda da capacidade respiratória. Uma pesquisa inédita da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp) avaliou um grupo de ex-trabalhadores de indústrias do setor e descobriu que 32% sofrem de asbestose. As empresas do setor dizem que o estudo não reflete a melhoria nas condições de trabalho adotadas a partir da década de 80. Foram analisadas 78 pessoas, 52 expostas diretamente à fibra mineral, com período médio de 11 anos de trabalho. Além da asbestose, 79,8% dos examinados apresentaram alterações de função pulmonar e broncodilatação. “A inalação das fibras provoca uma reação inflamatória”, explica Isabele Campos Costa, farmacêutica e autora do estudo. “A inflamação é contínua, vai piorando com o tempo e depois de mais ou menos dez anos surge a asbestose.” A pesquisa aponta também os efeitos tóxicos da substância no material genético das células. Em contato com os pulmões, a fibra gera a formação de espécies reativas de oxigênio que causam danos ao DNA. Um dos resultados é o câncer. Infográfico do G1, abaixo, explica em detalhes como o amianto age no organismo. Esse é o temor de Maggion. Foram 19 anos trabalhando em contato direto com a fibra na antiga fábrica da Eternit em Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo, até se aposentar em 1986. “Dentro da fábrica, o pó do amianto estava em todos os lugares”, diz o aposentado. “Do lado de fora, o chão era revestido com cascalho e retalhos da fibra, as pessoas pisavam ali e levavam a poeira para suas casas.” Em suas mãos um laudo médico traz o resultado: asbestose com origem ocupacional. Os exames realizados no Instituto do Coração (Incor), em São Paulo, e atestados pela Fundacentro, órgão do Ministério do Trabalho, alertam: “risco de apresentar neoplasia de pleura e pulmão”. Neoplasia é o termo médico para câncer. Eliezer João de Souza e Doracy Maggion, ex-trabalhadores da indústria do amianto. (Foto: Daigo Oliva/G1) Desde 1995, quando ouviu falar pela primeira vez em asbestose, o aposentado faz parte da Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto (Abrea) e luta por uma indenização.“A Eternit fez um acordo com a maioria dos ex-funcionários, chegaram a oferecer até R$ 20 mil”, diz Doracy. “Eu tenho 50% da respiração comprometida, acordo durante a noite e tenho de me sentar para conseguir respirar, então não quero esse acordo.” Eliezer João de Souza, de 68 anos, diretor da Abrea, trabalhou com Doracy na Eternit e, assim como ele também não quer o acordo. Os dois começaram numa época em que os trabalhadores não utilizavam nenhuma forma de proteção e o amianto explorado comercialmente era do tipo anfibólio, mais agressivo para a saúde. Hoje, o único tipo permitido no país é o crisotila, com menor potencial nocivo. Mesmo assim, quatro estados (RJ, SP, RS e PE) proíbem o uso e a comercialização do amianto, seja de que tipo for. Aposentado desde 1981, Eliezer foi operado para a retirada de nódulos pulmonares. “Trabalhei na pior seção de todas, a de corte e acabamento das peças”, diz. O uso controlado do amianto foi estabelecido pelas empresas do setor em acordo com o governo federal na década de 80. A precaução estabelece normas como o a instalação de exaustores e ventiladores nas fábricas para retirar a poeira gerada pelo corte da fibra, o uso de equipamentos de segurança e o isolamento do material do contato humano durante a maior parte do processo.  Não podemos querer que o amianto pague hoje por uma questão que é reflexo de uma exposição do passado. Essa situação não temos mais como consertar"
Novos controles Para Milton do Nascimento, consultor na área de Saúde do Instituto Brasileiro do Crisotila (IBC) – entidade que tem as empresas e sindicatos de trabalhadores como associados – e gerente de saúde ocupacional do Grupo Eternit, o estudo da Ensp não leva em conta as medidas de proteção incorporadas pelo setor. “O risco existe, mas pode ser controlado”, afirma. “Desde o final dos anos 80, com o uso controlado, os trabalhadores passaram a ter direito de fiscalizar o ambiente de trabalho.” O consultor do IBC critica a atuação da Abrea e condena a “utilização dos trabalhadores como massa de manobra.” Ele explica que a concentração máxima da substância dentro das empresas permitida pela legislação é de duas fibras de amianto por cm³ de ar, mas os acordos coletivos com os trabalhadores estabelece até 0,1 fibra por cm³. “Não podemos querer que o amianto pague hoje por uma questão que é reflexo de uma exposição do passado. Essa situação não temos mais como consertar”, afirma. Outro lado Procurada pela reportagem, a Eternit afirmou em nota enviada ao G1 que “não nega o passivo anterior ao uso controlado do amianto, pelo contrário foi proativa ao buscar um instrumento particular de transação (um acordo extrajudicial) com os trabalhadores, a fim de monitorar a saúde e compensar eventuais problemas”. Também afirma que todas as empresas do grupo adotam as medidas de proteção e que não há registro de doentes entre os trabalhadores admitidos “após o início da década de 80.” Em relação à situação de seus ex-funcionários em Osasco, a empresa afirma que mantém um escritório no local para fazer o “atendimento social” e garante acompanhamento médico e compensação financeira, caso apresentem alguma doença relacionada ao amianto. Sobre Maggion, a Eternit afirma que “ingressou com ação contra a empresa em 1996, sob a alegação de que era portador de asbestose. Em sentença judicial de 26 de junho de 2002 foi julgada improcedente. O senhor Doracy interpôs diversos recursos em instâncias judiciais superiores que lhe negaram provimento (mantiveram a sentença de primeira instância). Atualmente o processo aguarda decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de recurso especial também por ele impetrado.”  Como se trata de uma substância que pode provocar câncer, não existe um nível seguro de exposição"
Ceticismo Segundo Isabele, da Ensp, as entrevistas realizadas com os ex-trabalhadores mostraram que as medidas de uso seguro da fibra não funcionam tão bem na prática. Ela afirma que eles relatam situações de precariedade e falta de material adequado de proteção “Uma coisa é o que as empresas dizem, outra é o que se vê na prática”, afirma ela. “Como se trata de uma substância que pode provocar câncer, não existe um nível seguro de exposição.” Souza, da Abrea, também mostra ceticismo. “A empresa diz que desde os anos 80 ninguém mais teve asbestose em função do uso controlado que eles introduziram nas fábricas , mas eu não acredito.” Maggion diz lamentar não ter recebido antes informações sobre os graves riscos do amianto. “Se soubesse o que era o amianto teria procurado emprego em qualquer outro lugar. Hoje, tenho o pulmão de pedra e nada mais pode ser feito.” Alternativas e alertas Dependendo da aplicação, o amianto pode ser substituído por fibra de vidro, PVC, lã de vidro, alumínio, fibras de aramida ou celulose e polietileno. Os riscos do amianto já foram objeto de dezenas de investigações científicas, publicadas em revistas como a “Science” desde os anos 60. O primeiro caso descrito na literatura médica brasileira foi detalhado em 1975 em artigo da Revista de Saúde Pública ( “Asbestose no Brasil: um risco ignorado” ) da Faculdade de Saúde Pública da USP. Entre alertas de saúde pública, constam diretrizes da Agência para Substâncias Tóxicas (ATSDR ) e da Agência de Proteção Ambiental (EPA), ambas dos Estados Unidos, e da Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer (IARC). type="text/javascript"> GLB.common.flash({ color: '', wmode: 'transparent', width: 600 , height: 500 , swf: '/FlashShow/0,,22506,00.swf' , id: 22506 });
Escrito por NILTON XAVIER às 15h21
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AMIGOS (AS) AINDA HÁ TEMPO DE FAZEREM AQUELA " FEZINHA "...rs...rs Mega-Sena sorteia R$ 5 milhões nesta quartaApostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília). Na poupança, prêmio rende cerca de R$ 26 mil por mês. Mega-Sena sorteia R$ 5 milhões nesta quarta (Foto: Reprodução/TV Globo)A Mega-Sena pode pagar, nesta quarta-feira (26), o prêmio de R$ 5 milhões para quem acertar as seis dezenas da faixa principal da loteria. O sorteio do concurso 1.103 acontece às 20h (horário de Brasília). As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em todas as lotéricas do país. De acordo com a Caixa Econômica Federal, o prêmio, se aplicado na poupança, pode render cerca de R$ 26 mil por mês. Lotomania Além da Mega-Sena, a Lotomania também promete um prêmio atrativo nesta quarta. Após acumular no concurso anterior, a loteria sorteia o prêmio de R$ 1 milhão na faixa principal de premiação.
Escrito por NILTON XAVIER às 15h15
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Olhem só essa notícia, pessoal, vamos ajudar esse pobre cãozinho, afinal, sempre que precisamos eles são nossos melhores amigos !!! Entidade procura novo dono para cão resgatado após 16 horas em córregoCachorro foi atropelado e caiu em córrego de Campinas. Animal de rua recebeu o nome de Moisés. O cachorrinho de rua recebeu o nome de Moisés (Foto: Augusto de Paiva/AE)Os responsáveis por uma ONG de Campinas buscam novo lar para um vira-latas que foi resgatado de dentro do córrego que corta uma avenida da cidade. O resgate ocorreu no domingo (23). Ele passou mais de 16 horas no local e só foi salvo porque uma moradora da região pediu ajuda para um integrante da Associação dos Amigos dos Animais de Campinas (AAAC). O responsável pelo salvamento do animal foi um jornalista de 52 anos, membro da AAAC, que preferiu não se identificar. Ele conta ter recebido um telefonema por volta das 8h de domingo de uma moradora da Avenida Princesa d’Oeste. Ela contou que havia um cachorrinho no fundo do córrego e que ela já havia ligado para os bombeiros e para o Centro de Controle de Zoonoses da prefeitura e que ambos não puderam atender ao chamado.
Ainda segundo a moradora, o animal era um cachorro de rua conhecido na vizinhança. Ele caiu no local por volta das 17h de sábado (22) durante o jogo entre Ponte Preta e Duque de Caxias, realizado no Estádio Brinco de Ouro, na mesma avenida. Ele teria se assustado com os fogos, corrido pela avenida e caído no local depois de ser atropelado. “Durante os fogos, cachorros ficam apavorados”, explicou o jornalista. O protetor de animais diz que não sabia o que fazer, mas que foi até o local e, com a ajuda de outro morador da região, usou uma corda que guardava no carro para descer. “Quando cheguei, olhei com cuidado. Se ele fosse bravo, não poderia pegar, mas ele era mansinho”, conta. Ele explica que o animal só conseguiu ficar ali porque o córrego é raso e tem pouco volume de água. “Ele estava num canto do cimento. Ainda bem que não teve chuva forte, porque ele não tinha como sair.” Depois de resgatado, o cachorrinho foi levado a uma clínica veterinária para fazer uma avaliação. De acordo com o jornalista, ele está com uma ferida na perna, mas já está sendo tratado. Em seguida, o cão foi levado para a AAAC, onde recebeu o nome de Moisés. Anonimato O integrante da associação explica que preferiu não se identificar porque a ONG defende que as pessoas ajudem os animais de maneira anônima. Ele diz que o objetivo é ajudar e não aparecer. E completa: “se todo mundo me ligar para esse tipo de coisa, eu vou acabar até perdendo meu emprego”. Ele conta ainda que muita gente abandona animais perto da sede da associação. Isso se tornou um problema, já que a AAAC afirma cuidar de mais de 2 mil cães e cerca de 550 gatos. Moisés, assim como outros 2.550 animais, estão disponíveis para a adoção. Os interessados devem entrar em contato pelo e-mail aaac@aaac.org.br
Escrito por NILTON XAVIER às 15h14
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Moradores relatam momentos de pânico durante invasão a prédio em SPCondomínio na Lapa foi invadido na noite de terça-feira (25). Três suspeitos morreram e outros seis foram presos pela PM. Paulo Toledo Piza Do G1, em São Paulo type="text/javascript"> var midiaEmbed = { tema: "cinzaEscuro", imagem: '/GMC/foto/0,,21764470-EX,00.jpg' , banda: 'TIPO_TXT' , corFundo : "FFFFFF", corFonte : "000000", corLink : "FF00FF", corBorda : "00FF00", autoStart: false, midiaId: 1111794 }; var embed = new GMCEmbed(midiaEmbed); embed.print(); Moradores de um prédio invadido por uma quadrilha fortemente armada na noite de terça-feira (25) na Lapa, Zona Oeste de São Paulo, relataram ter vivido momentos de pânico durante o arrastão. Além de terem sido feitos reféns, eles presenciaram intensa troca de tiros entre os assaltantes e a Polícia Militar. A incursão da PM ao edifício, localizado na Rua Croata, resultou em três suspeitos mortos. Seis outros homens, apontados pelos moradores como bandidos, foram presos. O prédio que foi alvo da quadrilha tem dez andares e o perfil dos moradores é de classe média. Vítima de arrastão vai registrar queixa na delegacia (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)“Não sei o que aconteceu. Só sei que levei uma pancada e apaguei”, contou o porteiro do prédio, que não quis se identificar. Os moradores, que também não quiseram dar seus nomes, disseram acreditar que o grupo entrou pela garagem, utilizando um controle remoto, por volta das 19h. Os moradores calculam que pelo menos 20 pessoas foram rendidas e ameaçadas pelos criminosos. “Acho que eram uns 15 bandidos”, disse um engenheiro de 35 anos. A PM, porém, afirma que o grupo invasor era formado por dez homens. De acordo com o relato das vítimas, os assaltantes abordaram as pessoas de duas maneiras: nos próprios apartamentos ou na garagem. “Tinha me despedido de minha mãe, que tinha me visitado, e, em seguida, eles tocaram a campainha. Ao abrir a porta, fui abordado por dois homens armados. “Eles queriam dinheiro e coisas fáceis de carregar, como relógios, joias e laptop.” Um vendedor de 33 anos afirmou ter sido pego às 19h45, quando chegava em casa. Ele estava dentro da garagem. “Os bandidos estavam tranquilos. Apenas me levaram até a escada entre o primeiro e o segundo subsolo”, disse. Outras vítimas eram pegas na porta de seus apartamentos. É o caso do engenheiro de 35 anos. “Tinha me despedido de minha mãe, que tinha me visitado, e, em seguida, eles tocaram minha campainha.” Ao abrir a porta, foi abordado por dois homens armados. “Eles queriam dinheiro e coisas fáceis de carregar, como relógios, joias e laptop.” Depois de vasculhar o apartamento e pegar relógios e dinheiro, a dupla levou o engenheiro até a escadaria entre os subsolos -local escolhido pelo grupo para manter os moradores reféns. Três criminosos armados ficaram vigiando as vítimas. Por volta das 21h, um morador que não havia sido abordado viu a estranha movimentação no prédio e ligou para a PM. Seis policiais foram mobilizados para atender a ocorrência. “Vimos um homem na guarita e pedimos para que ele abrisse o portão. Ao nos ver, ele ficou estático, sem reação”, contou o tenente Rafael Telhada, de 22 anos, que participou da ocorrência. Enquanto pediam para entrar, os policiais notaram que, no salão no térreo do prédio, havia um homem caminhando com uma arma em punho. “Quando ele percebeu nossa presença, correu para os fundos”, disse Telhada. Outros dois homens correram para fora da guarita em direção ao subsolo. Os PMs, então, pularam o muro, que é protegido por uma cerca eletrificada. “Acabei levando um choque, mas consegui entrar”, disse o tenente. Na garagem, foram encontrados dois criminosos, desarmados, escondidos entre os carros. Ambos foram presos. Em seguida, os policiais ouviram vozes na escada que dá acesso ao segundo andar de garagem. Ao abrirem a porta corta-fogo que leva à escadaria, os policiais encontraram os moradores e três criminosos. “Eles soltaram as armas e tentaram se misturar às vítimas, mas foram presos.” Outro integrante do grupo foi encontrado escondido em um banheiro e também foi detido. No térreo, três homens armados trocaram tiros com a polícia. “Um deles tentou fugir pulando um muro de sete metros”, afirmou o tenente. O trio foi baleado pelos policiais e socorrido ao pronto-socorro do Hospital Sorocabano, onde morreu. Um outro membro do grupo que aguardava do lado de fora do edifício fugiu quando notou a presença da PM. Com os detidos, a polícia apreendeu armas –incluindo uma sub-metralhadora com munição calibre 45, de uso restrito-, cerca de R$ 4,5 mil, joias, laptops e chaves de veículos. Imagens do circuito interno do edifício deverão ser usadas na investigação da Polícia Civil.
Escrito por NILTON XAVIER às 15h09
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